quinta-feira, 29 de março de 2018

TODOS OS SANTOS

"DIA DE TODOS OS SANTOS
1º de novembro

A Igreja celebra esta festa venerando a todos os Santos simultaneamente, embora na maior parte desconhecidos: para alcançar mais graças, sendo tantos os protetores, e para reparar as negligências cometidas no culto desses Santos.

ORAÇÃO
Ó Deus onipotente e eterno, que nos concedestes a graça de numa só festa venerarmos as virtudes de todos os vossos Santos, rogamo-vos que por tão numerosos intercessores nos concedais a abundância de vossa misericórdia, que tanto desejamos. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.

LADAINHA DE TODOS OS SANTOS
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Deus Pai celestial, tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.
Santa Maria, rogai por nós.
Santa Mãe de Deus, rogai por nós.
Santa Virgem das virgens, rogai por nós.
São Miguel, rogai por nós.
São Gabriel, rogai por nós.
São Rafael, rogai por nós.
Todos os Santos Anjos e Arcanjos, rogai por nós.
São Pedro, rogai por nós.
São Paulo, rogai por nós.
Santo André, rogai por nós.
São Tiago, rogai por nós.
São João, rogai por nós.
São Tomé, rogai por nós.
São Filipe, rogai por nós.
São Bartlomeu, rogai por nós.
São Mateus, rogai por nós.
São Simão, rogai por nós.
São Tadeu, rogai por nós.
São Barnabé, rogai por nós.
São Lucas, rogai por nós.
São Marcos, rogai por nós.
Todos os Santos Apóstolos e Evangelistas, rogai por nós.
Todos os Santos Discípulos do Senhor, rogai por nós.
Todos os Santos Inocentes, rogai por nós.
Santo Estevão, rogai por nós.
São Lourenço, rogai por nós.
São Vicente, rogai por nós.
Santos Fabião e Sebastião, rogai por nós.
Santos Cosme e Damião, rogai por nós.
Santos Gervásio e Protásio, rogai por nós.
Todos os Santos Mártires, rogai por nós.
São Silvestre, rogai por nós.
São Gregório, rogai por nós.
Santo Ambrósio, rogai por nós.
Santo Agostinho, rogai por nós.
São Jerônimo, rogai por nós.
São Martinho, rogai por nós.
São Nicolau, rogai por nós.
Todos os Santos Pontífices e Confessores, rogai por nós.
Todos os Santos Doutores, rogai por nós.
Santo Antão, rogai por nós.
São Bento, rogai por nós.
São Bernardo, rogai por nós.
São Domingos, rogai por nós.
São Francisco, rogai por nós.
Todos os Santos Sacerdotes e Levitas, rogai por nós.
Todos os Santos Monges e Eremitas, rogai por nós.
Santa Maria Madalena, rogai por nós.
Santa Águeda, rogai por nós.
Santa Lúcia, rogai por nós.
Santa Inês, rogai por nós.
Santa Cecília, rogai por nós.
Santa Catarina, rogai por nós.
Santa Anastásia, rogai por nós.
Todas as Santas Virgens e Viúvas, rogai por nós.
Todos os Santos e Santas de Deus, intercedei por nós.
Sede-nos propício, perdoai-nos, Senhor.
Sede-nos propício, ouvi-nos, Senhor.
De todo o mal, livrai-nos, senhor.
De todo o pecado, livrai-nos, senhor.
Da vossa ira, livrai-nos, senhor.
Da morte imprevista e repentina, livrai-nos, senhor.
Das ciladas do demônio, livrai-nos, senhor.
Da ira, do ódio e de toda a má vontade, livrai-nos, senhor.
Do espírito da impureza, livrai-nos, senhor.
Dos raios e tempestades, livrai-nos, senhor.
Do flagelo dos terremotos, livrai-nos, senhor.
Da peste, fome e guerra, livrai-nos, senhor.
Da morte eterna, livrai-nos, senhor.
Pelo mistério da vossa santa encarnação, livrai-nos, senhor.
Por vosso advento, livrai-nos, senhor.
Por vosso nascimento, livrai-nos, senhor.
Por vosso batismo e santo jejum, livrai-nos, senhor.
Por vossa cruz e ressurreição, livrai-nos, senhor.
Por vossa admirável ascensão, livrai-nos, senhor.
Pela vinda do Espírito Santo, o Paráclito, livrai-nos, senhor.
No dia do juízo, livrai-nos, senhor.
Ainda que pecadores, ouvi-nos, Senhor!
Para que nos perdoeis, ouvi-nos, Senhor!
Para que nos favoreçais, ouvi-nos, Senhor!
Para que vos digneis conduzir-nos a uma verdadeira penitência, ouvi-nos, Senhor!
Para que vos digneis governar e conservar a vossa Santa Igreja, ouvi-nos, Senhor!
Para que vos digneis conservar na santa religião o Sumo Pontífice e todas as ordens da hierarquia eclesiástica, ouvi-nos, Senhor!
Para que vos digneis humilhar os inimigos da Santa Igreja, ouvi-nos, Senhor!
Para que vos digneis estabelecer a paz e verdadeira concórdia entre os reis e príncipes cristãos, ouvi-nos, Senhor!
Para que vos digneis chamar todos os errantes à unidade da Igreja, e conduzir todos os infiéis à luz do evangelho, ouvi-nos, Senhor!
Para que vos digneis confortar e conservar a nós mesmos no vosso santo serviço, ouvi-nos, Senhor!
Para que acendais celestes aspirações em nossas almas, ouvi-nos, Senhor!
Para que retribuais e compenseis com os bens eternos a todos os nossos benfeitores, ouvi-nos, Senhor!
Para que livreis da eterna condenação nossas almas e as dos nossos irmãos, nossos próximos e benfeitores, ouvi-nos, Senhor!
Para que vos digneis dar  e conservar os frutos da terra, ouvi-nos, Senhor!
Para que vos digneis conceder o eterno descanso a todos os fiéis defuntos, ouvi-nos, Senhor!
Para que vos digneis atender-nos, Filho de Deus, ouvi-nos, Senhor!
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos."
Referência bibliográfica:
Obra fragmentada. pp. 414-420.
(Indisponibilidade de dados bibliográficos).


"ORAÇÃO
S - Deus eterno e todo-poderoso, que nos dais celebrar numa só festa os méritos de todos os Santos, concedei-nos por intercessores tão numerosos a plenitude da vossa misericórdia.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
T - Amém."
Referência bibliográfica:
O DIA DO SENHOR. Arquidiocese de Porto Alegre. Ano XLVI. 01/11/2018. R13. Ano B, nº 2750. Tempo Comum - Todos os Santos. Pallotti ArtLaser: Porto Alegre, 2018.

"ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO
S - Ao celebrarmos, ó Deus, todos os Santos, nós vos adoramos e admiramos, porque só vós sois o Santo, e imploramos que a vossa graça nos santifique na plenitude do vosso amor, para que, desta mesa de peregrinos, passemos ao banquete do vosso reino.
Por Cristo, nosso Senhor. 
T - Amém."
Referência bibliográfica:
O DIA DO SENHOR. Arquidiocese de Porto Alegre. Ano XLVI. 01/11/2018. R13. Ano B, nº 2750. Tempo Comum - Todos os Santos. Pallotti ArtLaser: Porto Alegre, 2018.

quarta-feira, 28 de março de 2018

A NOVA ALIANÇA

"NOVO TESTAMENTO

O Novo Testamento compõe-se, no cânon completo e definitivo, de 27 escritos distintos: 5 livros históricos (quatro Evangelhos e os Atos dos Apóstolos), 21 Epístolas de diversos apóstolos, e 1 livro de índole profética, o Apocalipse. Tomados em conjunto, somam, em extensão, um quinto de toda a Bíblia e um quarto apenas do Antigo Testamento Como espaço de tempo abrangem, quando muito, cerca de um século: desde o nascimento de Jesus Nazareno (5 a. C. até a morte do seu mais novo e mais amado discípulo (cerca do ano 100 d. C.). Era o primeiro e mais feliz dos séculos daquela longa pax romana, que irmanando sob o cetro de um único monarca a imensa bacia mediterrânea, facilitava providencialmente a propagação da boa-nova, pregada, primeiramente, num canto das fronteiras orientais do vastíssimo império. Nesse variado organismo de tão numerosos povos de origens e línguas diversas, uma língua sobressaía-se sobre as demais como a da cultura e ainda como a mais conhecida e difundida nas relações comerciais: a língua grega. E foi precisamente nessa língua universal que foram escritos e transmitidos até nós todos os livros do Novo Testamento(com alguma exceção do Evangelho de s. Mateus).
É um grego fácil, claro, temperado pelo uso da linguagem falada, adequado à inteligência até as camadas mais humildes da sociedade, às quais era dirigida, com certa predileção, a nova mensagem da salvação evangélica. Nessa roupagem popular os escritos neotestamentários difundiram-se rapidamente pelo Oriente e pelo Ocidente, o mais das vezes escritos em papiros (cf. 2Jo 12), matéria vulgar e de baixo preço, que facilmente se rasgava e mui depressa se estragava. Por esta razão, somente fragmentos nos chegaram das cópias dos três primeiros séculos, preciosos, sem dúvida, como testemunhos da autenticidade daquelas veneráveis páginas. Do IV século em diante generalizando-se o uso de pergaminho ou pele de carneiro, matéria muito mais sólida e resistente, chegaram até nós cópias inteiras, não só de cada um dos escritos, mas também do Novo Testamento inteiro.
Com a difusão e a multiplicação das cópias, o texto, sofreu, pelas mãos dos copistas, alterações de diversas espécies, que lhe ofuscaram a pureza primitiva, sem, todavia, prejudicar-lhe a substância. Surgiram, assim, tipos diversos de textos, com discrepâncias de códices, como lamentava, já no seu tempo, S. Jerônimo, o qual, emendando a antiga versão latina, com o auxílio de bons e antigos manuscritos gregos, reproduziu na sua Vulgata, especialmente nos Evangelhos, o texto sagrado até bem próximo da pureza original, e nesse estado passou ao uso da Igreja latina. No império bizantino, prevaleceu, na idade média, um tipo de texto no qual a união de leituras diversas, a conformação dos textos paralelos, o amaciamento das asperezas ou dificuldades, o brilho da língua fundiram-se numa composição temperada e descolorida, capaz de satisfazer as exigências de um público ávido de um alimento espiritual fácil, de preferência à precisão exegética. Dos manuscritos tardios dessa época, esse texto obscuro passou à imprensa do século XIV e dominou durante três séculos nos estudos bíblicos, contrapondo-se ao teor mais vetusco e austero da Vulgata latina. Daquele texto traduziram-se os Livros Sagrados nas línguas modernas com as versões do século XVI, de protestantes e de católicos.
Conhecendo, depois, os doutos os manuscritos mais antigos, sobretudo o Vaticano 1209 (B), apareceu logo a superioridade do texto aí contido, e o texto bizantino, já pomposamente proclamado "texto aceito por todos" (textus ab omnibus receptus), começou a perder o crédito, até que na segunda metade do século XIX foi definitivamente afastado não só das edições críticas, como também das manuais e escolásticas. Críticos de grande renome, depois de longos e severos estudos, seguindo vias diversas, concordaram em aprovar um texto sensivelmente igual, tanto próximo dos mais antigos manuscritos e da Vulgata, quanto distante do texto outrora em vigor. Uma dessas edições, a quinta entre as várias do Pe. A. Merck, S.J. (Roma, 1945), é a base da presente versão portuguesa. Graças aos progressos da crítica moderna, podemos dar hoje o texto genuíno dos Evangelhos e dos escritos apostólicos, e não somente quanto à substância, como também quanto aos pormenores.


 CRONOLOGIA
Os escritos neotestamentários abrangem, como foi dito, um século apenas. Não obstante seja tão breve o espaço, a cronologia dos fatos, apresenta, por falta de dados suficientes e precisos, dificuldades e incertezas, Daí a grande variedade de opiniões entre os estudiosos. As datas que, para utilidade dos leitores, apresentamos, são as mais comumente admitidas, tendo, porém, valor apenas aproximativo. Como ponto de partida, no uso da era vulgar ou cristã, enquanto o ano 1 deveria ser o do nascimento de Jesus, cumpre dizer, de fato, que, por causa de um erro inicial de cálculo cometido pelo primeiro que introduziu essa era no cômputo das datas (o monge Dionísio, o Pequeno, no ano 525; cf. MIGNE, Patrologia latina, 67,497-502), deve-se transportar aquele memorável e fundamental acontecimento para alguns anos atrás. Com efeito, consta, com certeza, do Evangelho (Mt 2,1-15; Lc 1,5), que Jesus nasceu antes da morte de Herodes, o Grande, que caiu (como devemos deduzir por vários fios da história profana) no início de abril do ano 750 de Roma, que corresponde ao 4º antes da era vulgar. No ano precedente (indicado - 5), colocamos o nascimento de Jesus Cristo, embora permanecendo incerto, quantos meses se passaram, desde o seu nascimento até à morte do tirano. Outro caso grave de incerteza é a duração da vida pública de Jesus. A opinião que mais respeita os dados do texto evangélico é a que a fixa em dois anos e alguns meses. A esta atemo-nos também, no seguinte quadro:

ANO -5.   
Nascimento de Jesus. (Mt 2,1; Lc 2,1-7).

ANO +8.
Jesus perdido e encontrado no templo aos 12 anos. (Lc 2,41-51).

ANO 28.  
Pregação de S. João Batista. (Lc 3,1-3). 
Batismo de Jesus e início de sua vida pública. (Mt 3,13-4,17 e paralelos).

ANO 30.  
Paixão, morte e ressurreição de Jesus; com a descida do Espírito Santo começa a pregação dos apóstolos e constitui-se a Igreja primitiva.

ANO 34.  
Martírio de Sto. Estevão. 
Conversão de Saulo (São Paulo).

ANO 37.  
S. Paulo, fugindo de damasco, faz sua primeira visita a Jerusalém, hóspede de S. Pedro. (At 9,23-28; Gál 1,18). 
S. Pedro evangeliza a Judeia e a Samaria; acolhe na Igreja os gentios convertidos. (At  9,31-11,18).
Cristandade de Antioquia.

ANO 43.
Martírio de São Tiago.
São Pedro liberado do cárcere, "dirige-se para outro lugar" (At 12,1-17), provavelmente para Roma.
Dispersão dos apóstolos por toda a terra.

ANO 45.
Primeira viagem apostólica de S. Paulo (At 13,1-14,25).

ANO 50.
Concílio dos apóstolos em Jerusalém; decreto para os convertidos do gentilismo  (At 15,1-31).

ANO 50-52.
Segunda viagem apostólica de S. Paulo, através da Ásia Menor, da Macedônia e da Grécia  (At 15,36-18,22). Suas Epístolas aos fiéis de Tessalônica.

ANO 53-57.
Terceira viagem apostólica de S. Paulo, pela Ásia Menor, pela Acaia e pela Macedônia  (At 18,23-21,2). As grandes Epístolas aos coríntios e aos romanos.

ANO 58-59.
S. Paulo prisioneiro em Cesareia da Palestina  (At 21,17-26,32).

ANO 60-62.
S. Paulo preso em Roma  (At 27,-28,30); Epístolas do cativeiro  (Gál, Ef, Flp, Fil).
S. Tiago, o Menor, é morto em Jerusalém.

ANO 63-66.
Últimas viagens apostólicas de S. Paulo. Epístolas pastorais.

ANO 67.
Martírio de S. Pedro e de S. Paulo em Roma.

ANO c. 90.
S. João evangelista é exilado por causa da fé, para a ilha de Patmos, onde escreve o Apocalipse  (Apoc 1,9-11).

ANO c. 100.
S. João morre em Éfeso, depois de escrever o seu Evangelho e suas três Epístolas canônicas.
Encerramento da idade apostólica e dos tempos bíblicos."
Referência bibliográfica:
NOVO TESTAMENTO. Tradução dos textos originais Pontifício Instituto Bíblico de Roma. 10ª Edição. São Paulo: Edições Paulinas. 1982. pp. 7-9.

"No sangue de Jesus, Deus fez conosco uma Nova e Eterna Aliança. Do pequeno rebanho de discípulos nasceu por obra do Espírito Santo um novo povo de Deus."
Referência bibliográfica:
O CAMINHO. Síntese da Doutrina Cristã para adultos. Província Eclesiástica de Alagoas. 16ª edição. São Paulo: Edições Loyola, 1999. p. 125.

terça-feira, 27 de março de 2018

MISSA - TEMPO DA QUARESMA

"CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA

Acolhida
Comentarista:
Quaresma é tempo de conversão e de renovação. A Igreja nos convida a revermos nossa prática de fé e a renovarmos nosso compromisso de sermos, no mundo, testemunhas críveis do Evangelho.
Vamos nos unir em oração, pedindo ao Senhor o dom da paz! Ele é a nossa paz! Durante este tempo privilegiado da Quaresma, somos exortados a retornar a Jesus e a seu Evangelho. Assim, poderemos colaborar mais intensamente na construção da verdadeira paz.

I - RITOS INICIAIS
1- Canto: Canto da conversão
Refr.: Convertei-vos, voltai a mim e eu voltarei a vós. Renunciai a vossos ídolos. Convertei-vos e vivereis.
1. A morte do pecador não me compraz,mas a sua conversão traz-me alegria. Afastai-vos do caminho que seguis, por que hás de perecer, ó Israel?
Convertei-vos, voltai a mim e eu voltarei a vós. Renunciai a vossos ídolos. Convertei-vos e vivereis.
2. Não mais te mostrarei o meu furor, Israel não é eterno o meu rancor. Reconhece tão somente a tua falta: infiel foste ao Senhor que é teu Deus!
Convertei-vos, voltai a mim e eu voltarei a vós. Renunciai a vossos ídolos. Convertei-vos e vivereis.

2. SAUDAÇÃO
Sacerdote - Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Todos - Amém.
Sacerdote - O Deus da Esperança, que nos cumula de toda a alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo esteja convosco.
Todos - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. ATO PENITENCIAL
Sacerdote - O Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama à conversão. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai (pausa). 
Confessemos os nossos pecados:
Todos - Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (e, batendo no peito), por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço a Virgem Maria, aos Anjos e Santos e vós irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Sacerdote - Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Todos - Amém.
Sacerdote - Senhor, tende piedade de nós.
Todos - Senhor, tende piedade de nós.
Sacerdote - Cristo, tende piedade de nós.
Todos - Cristo, tende piedade de nós.
Sacerdote - Senhor, tende piedade de nós.
Todos - Senhor, tende piedade de nós.

ORAÇÃO
Sacerdote - Senhor nosso Deus, dai-nos por vossa graça caminhar com alegria na mesma caridade que levou o vosso Filho a entregar-se à morte no seu amor pelo mundo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Todos - Amém.

II - LITURGIA DA PALAVRA
Comentarista:
"Se alguém me quer servir, siga-me!" A Palavra de Deus indica o caminho. 
Escutemos: 
(Sentados)

1ª LEITURA: Jr 31,31-34
Leitor - Leitura do Livro do Profeta Jeremias.
Eis que virão dias, diz o Senhor, em que concluirei com a casa de Israel e a casa de Judá uma nova aliança; não como a aliança que fiz com seus pais, quando os tomei pela mão para retirá-los da terra do Egito, e que eles violaram, mas eu fiz valer a força sobre eles, diz o Senhor. "Esta será a aliança que concluirei com a casa de Israel, depois desses dias, - diz o Senhor: - imprimirei minha lei em suas entranhas, e hei de inscrevê-la em seu coração; serei seu Deus e eles serão meu povo. Não será mais necessário ensinar seu próximo ou seu irmão, dizendo: 'Conhece o Senhor!' Todos me reconhecerão, do menor ao maior deles, diz o Senhor, pois perdoarei sua maldade, e não mais me lembrarei o seu pecado". 
PALAVRA DO SENHOR.
Todos - Graças a Deus.

4. SALMO RESPONSORIAL: Sl 50
Leitor - Criai em mim um coração que seja puro.
Todos - Criai em mim um coração que seja puro.
Leitor - Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! Na imensidão de vosso amor, purificai-me! Lavai-me todo inteiro do pecado, e apagai completamente a minha culpa!
Todos - Criai em mim um coração que seja puro.
Leitor - Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo um espírito decidido. Ó Senhor, não me afasteis de vossa face, nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!
Todos - Criai em mim um coração que seja puro.
Leitor - Dai-me de novo a alegria de ser salvo e confirmai-me com espírito generoso! Ensinarei vosso caminho aos pecadores, e para vós se voltarão os transviados.
Todos - Criai em mim um coração que seja puro.

2ª LEITURA: Hb 5,7-9
Leitor - Leitura da Carta aos Hebreus.
Cristo, nos dias de sua vida terrestre, dirigiu preces e súplicas, com forte clamor e lágrimas, àquele que era capaz de salvá-lo da morte. E foi atendido, por causa de sua entrega a Deus. Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa a obediência a Deus por aquilo que ele sofreu. Mas, na consumação de sua vida, tornou-se causa de salvação eterna para todos os que lhe obedecem.
PALAVRA DO SENHOR.
Todos - Graças a Deus.

EVANGELHO: Jo 12,20-33
5. ACLAMAÇÃO
Leitor - Glória a vós, ó Cristo, verbo de Deus.
Todos - Glória a vós, ó Cristo, verbo de Deus.
Leitor - Se alguém me quer seguir, que venha atrás de mim; e onde eu estiver, ali estará meu servo.

6. PROCLAMAÇÃO
Sacerdote - O Senhor esteja convosco.
Todos - Ele está no meio de nós.
Sacerdote - Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo São João.
Todos - Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, havia alguns gregos entre os que tinham subido a Jerusalém, para adorar durante a festa. Aproximaram-se de Filipe, que era de Betsaida da Galileia, e disseram: "Senhor, gostaríamos de ver Jesus". Filipe combinou com André, e os dois foram falar com Jesus. Jesus respondeu-lhes: "Chegou a hora em que o Filho do Homem vai ser glorificado. Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele continua só um grão de trigo; mas, se morre, então produz muito fruto. quem se apega à sua vida, perde-a; mas, mas quem faz pouca conta de sua vida neste mundo, conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém me quer servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo. Se alguém me serve, meu Pai o honrará. Agora sinto-me angustiado. E que direi? 'Pai, livra-me desta hora!'? Mas foi precisamente para esta hora que eu vim. Pai, glorifica o teu nome!" Então, veio uma voz do céu: "Eu o glorifiquei e o glorificarei de novo!" A multidão que aí estava e ouviu, dizia que tinha sido um trovão. Outros afirmavam: "Foi um anjo que falou com ele". Jesus respondeu e disse: "Essa voz que ouvistes não foi por causa de mim, mas por causa de vós. É agora o julgamento deste mundo. Agora o chefe deste mundo vai ser expulso, e eu, quando for elevado da terra,  atrairei todos a mim". Jesus falava assim para indicar de morte iria morrer.
PALAVRA DA SALVAÇÃO.
Todos - Glória a vós, Senhor.
(Pode-se cantar o verso da Aclamação).

HOMILIA

7. Professemos a nossa fé:
Creio em Deus Pai Todo-poderoso, Criador do céu e da terra e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

8. PRECES DA COMUNIDADE
Sacerdote - Irmãos e irmãs, a Quaresma é tempo de transformação. Roguemos ao Senhor, para que, inspirados pelo seu Evangelho, sejamos promotores de vida para todos. Digamos juntos:
Todos - Abençoai, Senhor, nossa comunidade.
Leitor - Pelas nossas comunidades, para que possamos crescer na compreensão de que somos corresponsáveis na obra de transmitir a fé às novas gerações.
Todos - Abençoai, Senhor, nossa comunidade.
Leitor - Pelos jovens que sofrem as consequências da drogadição e da violência, para que encontrem em nossas comunidades o apoio necessário para superar os desafios e a necessária solidariedade.
Todos - Abençoai, Senhor, nossa comunidade.
Pelos responsáveis pela segurança pública, para que promovam o cuidado pela vida em todos os setores da sociedade, especialmente, entre os mais pobres.
Todos - Abençoai, Senhor, nossa comunidade.
Pela Igreja no Brasil, para que através da Campanha da Fraternidade promova na sociedade a consciência de que a paz é tarefa de todos.
Outras intenções.
Sacerdote - Conclui as preces.


III - LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
9.Canto ACC I nº 94 
Refr.: Sabes, Senhor, o que temos, é tão pouco para dar. Mas este pouco nós queremos com os irmãos compartilhar.
1. Queremos nesta hora diante dos irmãos, comprometer a vida, buscando a união.
Sabes, Senhor, o que temos, é tão pouco para dar. Mas este pouco nós queremos com os irmãos compartilhar.
2. Sabemos que é difícil os bens compartilhar, mas com a tua graça, Senhor, queremos dar.
Sabes, Senhor, o que temos, é tão pouco para dar. Mas este pouco nós queremos com os irmãos compartilhar. 

10. ORAI, IRMÃOS E IRMÃS para que este sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso. (de pé).
Todos - Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício para a glória de seu nome, para nosso bem e toda a santa Igreja. 

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Sacerdote - Deus todo-poderoso, concedei a vossos filhos  e filhas que, formados pelos ensinamentos da fé cristã, sejam purificados por este sacrifício. Por Cristo, nosso Senhor. 
Todos - Amém.

11. PRECE EUCARÍSTICA III - Pref. nº 35
Sacerdote - O Senhor esteja convosco.
Todos - Ele está no meio de nós.
Sacerdote - Corações ao alto.
Todos - O nosso coração está em Deus.
Sacerdote - Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Todos - É nosso dever e nossa salvação.
Sacerdote - Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Vós concedeis aos cristãos esperar com alegria, cada ano, a festa da Páscoa. De coração purificado, entregues à oração e à prática do amor fraterno, preparamo-nos para celebrar os mistérios pascais, que nos deram vida nova e nos tornaram filhas e filhos vossos. 
Por essa razão, agora e sempre, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ref.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do Universo. Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do Universo. 
1. O céu e a terra proclamam a tua glória. Hosana, hosana, hosana nas alturas. 
2. Bendito o que vem em nome do senhor. Hosana, hosana, hosana nas alturas.
Sacerdote - Na verdade, vós sois santo, ó Deus do Universo, e tudo que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso e pela força do Espírito Santo dai vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
Todos - Santificai e reuni o vosso povo!
Sacerdote - Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas, a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, que nos mandou celebrar este mistério.
Todos - Santificai nossa oferenda, ó Senhor! (ajoelhados).
Sacerdote - Na noite em que ia ser entregue, ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Eis o mistério da fé! (de pé).
Todos - Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição!
Sacerdote - Celebrando agora, ó Pai, a memória de vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu; e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
Todos - Recebei, ó Senhor a nossa oferta!
Sacerdote - Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Todos - Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
Sacerdote - Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, com São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e Mártires, nome... (o santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Todos - Fazei de nós uma oferenda perfeita!
Sacerdote - E agora, nos vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o Papa nome..., o nosso Bispo nome..., os Bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
Todos - Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
Sacerdote - Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
Todos - Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
Sacerdote - Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória, por Cristo, Senhor nosso.
Todos - A todos saciai com vossa glória!
Sacerdote - Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santooda honra e toda a glória, agora e para sempre.
Todos - amém.


RITO DA COMUNHÃO
12. Pai nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
Sacerdote - Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo Salvador.
Todos - Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
ORAÇÃO DA PAZ
Sacerdote - Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos, eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Todos - Amém.
Sacerdote - A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Todos - O amor de Cristo nos uniu. (Abraço da paz).
13. CORDEIRO DE DEUS
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
14. APRESENTAÇÃO DO CORPO DO SENHOR
Sacerdote - Provai e vede como o senhor é bom, feliz de quem nele encontra refúgio. 
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Todos - Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.


PROCISSÃO DA COMUNHÃO
15. CANTO: Tanto Deus amou...
Refr.: Tanto Deus amou o mundo que lhe deu seu Filho único. /:Quem crê nele não perece, mas terá a luz da vida.:/
1. Eu vos amo, ó Senhor, minha força, minha rocha, meu refúgio e salvador! Minha força e poderosa salvação, sois meu escudo e proteção: em vós espero!
Tanto Deus amou o mundo que lhe deu seu Filho único. /:Quem crê nele não perece, mas terá a luz da vida.:/
2. Ao Senhor eu invoquei na minha angústia e elevei o meu clamor para o meu Deus; de seu templo Ele escutou a minha voz e chegou aos seus ouvidos o meu grito.
Tanto Deus amou o mundo que lhe deu seu Filho único. /:Quem crê nele não perece, mas terá a luz da vida.:/
3. Do alto ele estendeu a sua mão e das águas mais profunda retirou-me; libertou-me do inimigo poderoso e de rivais muito mais fortes do que eu.
Tanto Deus amou o mundo que lhe deu seu Filho único. /:Quem crê nele não perece, mas terá a luz da vida.:/
ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO
Sacerdote - Concedei, ó Deus todo-poderoso, que sejamos sempre contados entre os membros de Cristo cujo Corpo e Sangue comungamos. Por Cristo, nosso Senhor.
Todos - Amém.
IV RITOS FINAIS
Sacerdote - O Senhor esteja convosco.
Todos - Ele está no meio de nós.
Sacerdote - Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo.
Todos - Amém.
Sacerdote - A caminho da Páscoa, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Todos - Graças a Deus."
Referência bibliográfica:
O DIA DO SENHOR. Arquidiocese de Porto Alegre. Ano XLV. 18/03/2018. R4. Ano B, nº 2712. Tempo  da Quaresma - 5º Domingo. Pallotti ArtLaser: Porto Alegre, 2018.

quinta-feira, 15 de março de 2018

ATOS PARA A SANTA COMUNHÃO

"ATOS BREVÍSSIMOS PARA A COMUNHÃO
Preparação

ATO DE FÉ
Meu senhor Jesus Cristo, creio firmemente que no Santíssimo Sacramento estais presente com Corpo, Sangue, Alma e divindade, tão real e perfeitamente como estais no Céu.
Ó Jesus, aumentai a minha fé!

ATO DE ADORAÇÃO
Jesus, meu Deus, aqui presente no Sacramento do vosso amor, eu Vos adoro.

ATO DE ESPERANÇA
Meu Senhor e meu Deus, Vós sois minha esperança. Espero que haveis de usar comigo de misericórdia, e que esta Sagrada Comunhão será o penhor de minha eterna salvação.
Ó Jesus, fortificai a minha esperança!

ATO DE CARIDADE
Meu bom Jesus, único bem de minha alma, eu Vos amo de todo o coração e sobre todas as coisas, porque sois meu Deus amorosíssimo. Por vosso amor amo também ao meu próximo como a mim mesmo, e perdoo de coração a quem me tenha ofendido.
Meu bom Jesus, inflamai o meu coração no vosso amor!

ATO DE CONTRIÇÃO
Senhor meu Jesus Cristo, tenho profundo pesar de Vos ter ofendido, porque sois  infinitamente bom e amável. Ah! Senhor, antes morrer do pecar.

ATO DE HUMILDADE
Senhor, eu não sou digno de receber-Vos em meu pobre coração; mas dizei uma só palavra, e minha alma será salva.

ATO DE DESEJO
Vinde, ó bom Jesus, vinde morar em meu coração. Minha união convosco será minha felicidade e glória. Vinde, meu Deus; tomai posse de minha alma.
O Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo guarde minha alma para a vida eterna.
Amém!

AÇÃO DE GRAÇAS

ATO DE ADORAÇÃO
Ó Jesus, meu Senhor e meu Deus, já estais comigo; tenho a felicidade de Vos possuir. Em união com os Anjos e Santos Vos adoro com o mais profundo respeito.

ATO DE AGRADECIMENTO
Senhor bom Jesus, de todo o coração Vos agradeço a felicidade inestimável que acabais de conceder-me com a vossa visita. Anjos e Santos do Céu, agradecei ao senhor por mim.

ATO DE AMOR
Amabilíssimo Jesus, eu Vos amo de todo o coração, de toda a alma e com todas as forças. Ofereço-Vos também o amor de Maria Santíssima, vossa terna Mãe e dos Anjos e Santos.
Doce Coração de meu Jesus, fazei que eu Vos ame cada vez mais.

ATO DE OFERECIMENTO
Meu Jesus, eu me entrego todo a Vós, e Vos consagro meu corpo, minha alma e toda a minha vida; disponde de mim segundo a vossa santíssima vontade, no tempo e na eternidade.

ATO DE ESPERANÇA
Ó Jesus, já que tomastes posse de minha alma, espero que nunca mais Vos separareis de mim, e que, ficando sempre comigo, me dareis a vossa graça e glória.
Sagrado Coração de Jesus, tenho confiança em Vós.
(500 dias de Indulgência)."

Referência bibliográfica:
ADOREMUS. Manual de orações e exercícios piedosos. Dom Frei Eduardo, O.F.M. XXVII edição. Salvador/Bahia. Editora Mensageiro da fé.(Sem data, aproximado ao ano de 1930). pp. 118-121.

sexta-feira, 2 de março de 2018

PADRE REUS

"PADRE JOÃO BAPTISTA REUS, S. J.
(*10-7-1868   +21-7-1947)

Falecido com fama de santidade no Col. M. Cristo Rei, em São Leopoldo.

Dados biográficos sobre o Padre João Baptista Reus, S. J.

No Cemitério dos Padres Jesuítas, em São Leopoldo (RGS), encontra-se à esquerda da entrada uma sepultura entre muitas outras. Numerosos visitantes ajoelham-se ao pé do túmulo, sempre ornado de flores.

É o túmulo do Padre João Baptista Reus, humilde Sacerdote da Companhia de Jesus. O mundo não o conhecia em vida. Apenas a cidade de São Leopoldo o via passar sempre recolhido, porque transitava pelas ruas a rezar invariavelmente Jaculatórias. 

Toda a vida do Padre Reus desenrolou-se dentro de moldes muito simples. Nasceu a 10 de julho de 1868, em Pottenstein, da Arquidiocese de Bamberg, Baviera. Bem modestos foram as condições do lar paterno.

O pai, João Reus, era proprietário de um açougue e conselheiro da comuna. Católico praticante, de vida modelar, gozava da estima de todos.
A mãe, Ana Margarida, era senhora solícita e profundamente piedosa. Deus abençoou sua união com 7 filhos e 3 filhas. 
Dona Ana Margarida acalentara em sua juventude o desejo de tornar-se Religiosa. Não admira, pois, que como mãe anelasse ver alguns de seus filhos consagrados ao serviço de Deus. Sua prece foi ouvida. Nosso Senhor lhe deu uma filha Religiosa e no seu filho João Baptista teve um virtuoso Sacerdote Jesuíta.

No domingo da Pascoela de 1880, João Baptista recebia a sua Primeira Comunhão. Jesus Eucarístico seria dora em diante o centro de toda a sua vida. Pouco tempo depois começou os estudos ginasiais, custeados por um tio Sacerdote, Pároco de Stadtsteinach, passando ele a morar na residência do excelente casal Weyermann. Foi disposição da Divina Providência. A dona da casa tornou-se-lhe segunda mãe, à qual o Padre Reus conservou profunda gratidão durante toda a sua vida. Neste ambiente piedoso conservou-se puro, recebendo, ao mesmo tempo, esmerada educação.

Orientado por sua boa mãe, João Baptista distinguiu-se desde cedo por um terno amor a Maria Santíssima. Foi ela que atraiu o coração do estudante para o Sacerdócio e a vida religiosa. 
Já como menino adquirira com suas pequenas economias um estatueta de Nossa Senhora de Lourdes, com que mimoseou a querida mãe no dia de seu onomástico. Sentia prazer em reunir as crianças aos pés da Mãe de Deus, distribuindo-lhes Terços e ensinando-as a rezarem o Santo Rosário.

Terminada a formação ginasial, João Batista teve que prestar serviço militar durante um ano. De toda a parte perigo o assediavam. Mas, como soldado brioso e fiel, repelia com energia toda a espécie de sedução, defendendo galhardamente sua pureza e integridade de seu caráter.

Reservista, ingressou em 1890 no Seminário de Bamberg, tornando-se aluno modelar, obediente e caridoso. Devotíssimo do Menino Jesus, concebeu em sua alma de seminarista uma ilimitada confiança e ardente amor a Jesus. E aos poucos, Jesus Eucarístico, foi-se-lhe tornando alvo da sua atenção, um verdadeiro ímã a atraí-lo continuamente. Passava horas esquecidas aos pés do Divino Amigo.

Passo a passo foi galgando as culminâncias do "Monte Santo do Senhor": Tonsura (14-4-1891), Ordens menores (28-6-1891), Subdiaconato (02-4-1892), Diaconato (16-4-1892) e, finalmente, o santo Sacerdócio (30-7-1893), celebrando Missa Nova na festa de Santo Inácio de Loiola (31-7-1893), em Pottenstein.

Movido pela graça e pelo ardente desejo de se tornar Santo, quis ingressar logo na Companhia de Jesus. Já em setembro de 1892 recebera a admissão. Mas a autoridade Eclesiástica não lhe concedeu logo a licença almejada. Como Sacerdote dedicou-se, obediente à destinação do seu Bispo, à cura das almas na Paróquia de Neuhaus. Durante a noite passava frequentemente longas horas diante do Tabernáculo. Já então experimentou os primeiros toques místicos daquele, por quem tanta atração sentia.

Finalmente, graças à intervenção de dois amigos paternais, obteve a suspirada permissão de se fazer Jesuíta, filiando-se, em 16 de outubro de 1894, à milícia inaciana. Após o primeiro ano de noviciado, começou a repetir os estudos de Filisofia e Teologia (1895-1899).

No dia em que fez os votos preparatórios (de devoção) escreveu: "Ó Maria, querida Mãe, chamaste-me à Companhia de Jesus e me deste a graça de fazer hoje os votos: recebe-me todo, para que possa ser teu servo. Protege-me e comunica-me as virtudes do teu Puríssimo Coração para que me possa tornar Santo!" 

Em 1899 iniciou o ano da Terceira Provação. Nesse tempo de graças lançou os fundamentos duma vida realmente santa. Como propósito central escolheu o terceiro grau de humildade, isto é, seguir bem de perto a Jesus Crucificado no caminho das humilhações e sofrimento.

Pediu aos Superiores para ser enviado às Missões da Índia ou da Zambézia na África, mas a Divina Providência deu-lhe, a 17 de maio de 1900, pela voz dos Superiores a destinação para o Brasil. Embarcou em agosto, arribando ao Rio Grande, em 15 de setembro.

Após vários meses consagrados ao estudo da Língua Portuguesa, em São Leopoldo, mandaram-no para Rio Grande. Dedicou-se ao ensino e à cura das almas até dezembro de 1911, ocupando nos últimos 6 anos o cargo de Superior do Colégio que a Companhia mantinha então naquela cidade. Transferido em 1912 para o Colégio Anchieta, em Porto Alegre, recebeu em 7 de setembro desse ano a primeira das grandes graças místicas: a impressão dos estigmas. Embora invisíveis, causaram-lhe toda a vida intensas dores, dores que ele recebia de muito bom grado como verdadeiro discípulo de Jesus Crucificado.

Em 30 de março de 1913, a obediência confiou-lhe o cargo de Pároco de São Leopoldo, cargo que ocupou até 2 de fevereiro de 1914. Desde então começou a dedicar-se, durante 30 anos longos anos, à formação do Clero no Seminário de São Leopoldo: Diretor Espiritual dos Seminaristas (1914-1916), Professor de diversas disciplinas no Seminário Menor (1917-1937), lente de Liturgia (1917-44), Capelão das Irmãs Franciscanas no Colégio São José (1914-23). Em princípios de 1942 passou para o Colégio Máximo Cristo Rei, em São Leopoldo, sendo Diretor Espiritual da casa e escritor até 1946.
O Padre Reus dedicou-se com muito zelo também ao Apostolado da imprensa, enquanto lho permitiam a saúde e os ofícios. É autor do livro "Acto heroico pelas almas do purgatório" (esgotado). Compilou o valioso livro de reza "ORAI" com diversas edições. Mas a sua obra principal é o "CURSO DE LITURGIA" (508 páginas, publicado pela Editora Vozes, 3.ª edição, 1952). Além disso escreveu numerosos artigos sobre questões práticas de liturgia na revista "O Seminário", na REB etc.
Quando, exausto por trabalhos e doenças, não pode mais trabalhar, continuou, como sempre, a rezar e oferecer seus padecimentos pela salvação das almas. Já em 08 de janeiro de 1916 fizera o voto de escolher sempre o mais perfeito, voto que cumpriu fielmente até a sua santa morte.
Seu diário registra grandes e extraordinárias graças místicas, recebidas na liberalidade divina. Do valor e genuinidade dessas graças e visões julgará a seu tempo a competente autoridade eclesiástica. 
O Padre Reus não procurava estas graças extraordinárias nem se julgava digno delas. Sirva de exemplo o que escreve no dia 24 de dezembro de 1936: "Hoje de manhã estava-me paramentando para celebrar a Santa Missa, quando vi, de repente, diante de mim, o Menino Jesus, deitado em tamanho natural, irradiando luz. Não dei atenção... Ao meio-dia, durante o exame de consciência, vi o Menino Jesus, encostando-se em mim, como se tivesse sentado sobre o meu braço esquerdo, envolvendo o meu pescoço com seu bracinho. Não posso duvidar da realidade deste fato. Procurei livrar-me desta visão. Mas em vão. Ela continua ainda agora, às 5,30 da tarde, e estou sentindo, bem distintamente, o contacto de seu bracinho. - Esta, como as demais graças, me enchem sempre de um santo terror, porque reconheço a minha miséria, ao mesmo tempo também a incompreensível bondade de Deus. Uma coisa, porém, é certa: estas graças, concedidas justamente a mim, demonstram, de maneira irrefutável, a infinita misericórdia do Coração de Jesus."
A partir de 1936, as visões tornaram-se mais frequentes. Da importância que o Padre Reus lhes atribuía falam as seguintes palavras, escritas a 11 de janeiro de 1943: "Vi o Menino Jesus na Santa Hóstia. Porém prova mais sólida da presença real do que as visões, temo-la nas palavras do próprio Jesus: Isto é o meu Corpo!"
A 30 de julho de 1943 o nosso Padre celebrou suas bodas áureas de Sacerdócio. Nas palavras que dirigiu à comunidade, por ocasião duma íntima homenagem que os irmãos de hábito lhe prestaram, sua alma vibrou de profunda e ardente gratidão pelas imerecidas  graças desses 50 anos de vida sacerdotal. Talvez pouquíssimos adivinhassem a extensão e a grandeza dessas graças, pois o Padre Reus, na sua humildade, ocultava tudo escrupulosamente, quanto possível, aos olhos dos que o cercavam. Sob o exterior recolhido velava o tesouro duma riquíssima vida interior e grande intimidade e convivência com Deus.
Convencido estava o Padre Reus que os dons da liberalidade divina se deviam inteiramente ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria, cuja devoção cultivava com ardor em si e promovia com zelo nos outros. No ano de 1945 providenciou a 1ª edição do folheto "SÁBADO DE DESAGRAVO". Hoje (1957) está espalhado em 13 edições (6 páginas) por todo o Brasil, com uma tiragem total de 650.000 exemplares.
A graça o impelia cada vez mais a praticar com a máxima perfeição possível as virtudes que via brilhar no divino modelo. Nesta fidelidade em cooperar com a graça divina reside, em última análise, o valor da santa vida do Padre Reus. Deus parece indicar, no exemplo do Padre Reus, que um dinamismo apostólico meramente externo nada vale sem a vida interior.
No ano de 1947, Padre Reus recebe diversos avisos do céu que seu fim estava próximo. Foi sacramentado na sexta-feira santa, dia 4 de abril de 1947. Houve melhora. A 10 de junho celebra a sua última Missa. Seguem-se semanas de intensos sofrimentos, que ele tanto desejava. Muitos dolorosos são os ataques de asma.
Em 9 de julho diz ao Padre Reitor, quando este entra no meu quarto: "A Mãe está aqui!" e um pouco depois: "Agora está toda a Sagrada Família!" Estas visitas celestes o confortavam. Em 21 de julho, pelas 4 horas da tarde, expira doce e santamente...
Seu corpo descansa no Cemitério dos Jesuítas em São Leopoldo, à sombra de silenciosos ciprestes. Desde a sua morte, Padre Reus manisfesta-se poderoso intercessor daqueles que a ele se dirigem confiantemente em suas necessidades. Muitos frequentam o seu túmulo em busca de remédio para os males do corpo e da alma ou para agradecer graças e favores alcançados. De ano em ano vão-se intensificando essas romarias ao túmulo do Padre Reus, mormente nos aniversários de seu nascimento (10-07) e de sua morte (21-07) e no dia dos Finados (02-11).
Dez anos transcorreram desde a santa morte do Padre Reus. Neste curto lapso de tempo, mais de 25.000 cartas atestam a sua valiosa intercessão junto ao trono de Deus, sem contarmos as numerosas graças que diariamente se publicam nos grandes Diários e Semanários da Capital gaúcha e do interior. Ninguém ousará afirmar que todas essas "Graças" não passam de engano subjetivo! - Seu rosto espiritualizado e sorridente tornou-se familiar a muitos, pois, tantas vezes se vê publicado. Em vista dos numerosos pedidos que ininterruptamente vêm de todos os recantos do imenso Brasil e também do estrangeiro, já se tornaram necessárias (até 1957) 18 edições dum folheto de 6 páginas, impresso em papel couchet, contendo o resumo biográfico e orações para uma Novena, com uma tiragem total de 1.600.000 exemplares. A afluência ao túmulo do Servo de Deus foi aumentando a cada vez mais.
Todas essas circunstâncias levaram a Autoridade Eclesiástica a iniciar o Processo Informativo Diocesano para a Causa da sua Beatificação. Com data de 08 de dezembro de 1952, veio de Roma a nomeação do Vice-Postulador da Causa. Dados os demais passos preliminares, realizou-se, em 25 de junho de 1953, a primeira Sessão do Tribunal Eclesiástico, presidido por S. Excia. Revma. Dom Vicente Scherer, Arcebispo Metropolitano de Porto Alegre, com a nomeação dos membros constitutivos e os juramentos prescritos. Desde então, se foram realizando, com a regularidade possível, as numerosas Sessões do Tribunal Eclesiástico de Porto Alegre e o depoimento de aproximadamente 100 Testemunhas. A pedido da Cúria Metropolitana de Porto Alegre, foram feitos, em 1956, dois Processos Rogatoriais, um em Bamberg, Diocese natal do Padre Reus, e o outro, no Vicariato de Roma. - No intuito de melhor conservar os restos mortais do Servo de Deus, procedeu-se a exumação do corpo do Padre Reus, no dia 15 de maio de 1957, ato presidido por S. Excia. Revma Dom Vicente Scherer. Cinco Médicos-Peritos executaram todos os trabalhos, prescritos pela Igreja para a conservação das relíquias. Em 25 de maio, seus despojos mortais foram novamente inumados no lugar do seu jazigo anterior. - Em fins de 1957, 10.º aniversário da morte do Servo de Deus, encerram-se também os trabalhos do tríplice Processo Diocesano Informativo da Causa de sua Beatificação.

Pedimos a todos os devotos e agraciados do Padre Reus uma prece pelo feliz resultado desses Processos, a fim de que, na cidade de Roma, em breve, possa ser instaurado o Processo Apostólico para a Beatificação do Servo de Deus.

DECLARAMOS que em todas as publicações sobre a vida do Padre Reus e sobre graças alcançadas por sua intercessão nada queremos adiantar que colida com o Decreto do Papa Urbano VIII e submetemos tudo humildemente ao julgamento da competente Autoridade Eclesiástica.
P. Reinaldo Wenzel S.J.
Vice-postulador da Causa da Beatificação do Padre João B. Reus S. J.

ORAÇÃO PARA NOVENA

(Somente para uso particular)

Ó Deus que na vossa infinita bondade e misericórdia inspirastes ao vosso humilde servo João Baptista tão ardente desejo de perfeição e o cumulastes de tantas e tão extraordinárias mercês, concedei-me a graça de imitá-lo na entrega total ao Sagrado Coração de Jesus, no amor à cruz e ao sacrifício, na estima da Santa Missa, na intimidade com Jesus Sacramentado, no zelo das vocações sacerdotais e na devoção filial ao Imaculado Coração de Maria, Medianeira de todas as graças.
Ó Deus que glorificais a quem Vos glorifica, glorificai o vosso servo João Baptista que em vida Vos amou e glorificou, concedendo-me, por sua intercessão, a graça... que instantemente Vos peço. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém."
Referência bibliográfica:
Obra fragmentada. pp. 466-474.
(Indisponibilidade de dados bibliográficos).

Pai Nosso
Pai nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
Ave Maria
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
Glória ao Pai
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.

A cidade de São Leopoldo localiza-se no Estado do Rio Grande do Sul/Brasil.